Neste pequeno texto vou fazer uma comparação que pode não
fazer muito sentido á primeira vista.
O verdadeiro amor é como o primeiro dia em que
experimentamos conduzir um carro. Eu sei que pode parecer no mínimo esquisito,
mas a verdade é que quando temos a oportunidade de conduzir sentimos uma
liberdade diferente do normal. Conduzir faz-nos ver em parte que estamos mais
velhos o suficiente para ter essa responsabilidade.
O que isso tem haver com o verdadeiro amor? Quando
vivenciamos o verdadeiro amor sentimos uma liberdade parecida á da condução,
sentimos que podemos fazer tudo o que está ao nosso alcance e também que temos
uma responsabilidade em mãos.
Ao conduzir temos que pensar na nossa vida, nos que estão no
carro connosco e os que estão á nossa volta. No amor o mesmo acontece, temos de
prestar atenção ao nosso companheiro, dono do nosso coração. A diferença? Neste
caso o melhor a fazer é não prestar atenção ao que nos rodeia ao que outros
dizem ou fazem. Às vezes o ciúme, ganância, falsidade reina na vida das pessoas
e isso pode prejudicar a quem não consegue parar de ouvir o que os outros
dizem.
“Os outros serão sempre os outros”. Se deixarmos esse tipo
de pessoa nos influenciar, a nossa relação com o verdadeiro amor poderá ser
corrompida, prejudicada e até mesmo acabar por desaparecer.
O verdadeiro amor deve ser prezado, mantido e, sobretudo,
respeitado. A união de duas pessoas deve ser algo mágico, único, prazeroso,
maravilhoso. Se conseguirmos manter em vista esse tipo de pensamento, o caminho
será em linha reta.
O amor verdadeiro... É mais valioso que qualquer outra
coisa.
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